Júlio César está pelos cabelos coma pequena aldeia Gaulesa, os seus habitantes e a sua poção mágica. Ele intimida os seus conselheiros chefe. Mas habilidosamente eles resumem-lhe a situação: "Suponha que estes Gauleses são realmente Deuses, ó César, estamos num beco sem saída. Veja por exemplo, ...o semideus Hércules. Alguém se habilita a lutar com Hércules?" Desarmado para poder avaliar esta sofisticada interpretação do problema, César grita: "Eu, César, vou mostrar-vos que estes meios libertinos idiotas são meros mortais! Eu irei vê-los pessoalmente! Eu vou atribuir-lhes alguns trabalhos que somente os deuses poderiam realizar... se realmente são deuses, e executaram com êxito os meus trabalhos, Eu admitirei a derrota! Mas se forem somente humanos, sentirão a raiva louca de César!" Inspirado nos trabalhos de Hércules, César (e os seus conselheiros) redige(m) uma nova versão dos doze trabalhos. Mais difíceis e perigosos. Vitalstatistik, chefe de indomável aldeia, rapidamente chega a uma conclusão: "Astérix, tu és o mais esperto de todos, Obélix, o mais forte. Estão nomeados para representarem a nossa comunidade e serem bem sucedidos... se possível!"